29 de outubro de 2013

Ode ao Ócio


Ócio dos ossos do ofício
Ódio torto, vício torpe
Ode a medíocre estirpe


O Ópio inala febril, epifanias enfim.
Óbice cercam de espinhos
Espinhas encovadas em lapsos, melódicas assim.


Defronte Óbolos de vento
Migalhas de céus
D'estrelas sedento


Não Ócio, não Ode
Somente amarras
Atam-nos as asas aos ossos do chão.


Odinista