23 de janeiro de 2015

22 de janeiro de 2015

Afogue na sua felicidade



Agora que você está feliz
sorria por mim
O que antes você chorou por nós dois.

Agora você está feliz
Longe de mim
Meu amor doentio se foi e
Sinceramente,
eu esperava que o seu coração
Ficasse envenenado por mais tempo
(Eu esperava mais de você).

Mas veja, baby
Esse teu sorriso será apenas
por mais um amor de verão
Como seus tantos
E quando na praia se afogar
Não é ela que irá pular para salvá-lo

Não será ela 
Não será ela.

Agora você está sorrindo
Porque seu coração quebrado está livre de novo
Livre para ser quebrado outra vez.
Assim como as ondas se quebram na praia
estará seu coração no final deste verão.
E quando o outono vier não venha pensar
que poderá desenterrar seu amor de inverno.

Não! eu não estarei mais aqui.


Meu estilo não mudou, Estes versos foram feitos para ser uma música, mas decidi postar.

9 de agosto de 2014

A quem escreverei
senão ao acaso?
Meus versos cinzas
ecoam nos muros
dessas coisas sociais
do mundo moderno.
Ecoam também meus desesperos
na escassez das minhas turvas emoções.
De que me vale ser poeta?

27 de julho de 2014

Versos Independentes de quatro caminhos sem volta

I
O asfalto corre constante
mas desejo mesmo
é que nele fiquem meus pedaços
quando o ônibus que estou
sofra enfim um acidente.

II
O abissal me hipnotiza
me puxa para si,
resisto por enquanto,
mas a vertigem é enlouquecedora.
Um dia não resistirei
e o prazer apenas da vertigem
não sera mais suficiente.
Um dia provarei da queda.

III
Naqueles pequenos frascos
escondem a morte
aquelas capsulas coloridas
ainda vão matar minha curiosidade
de como é ver a vida se esvaindo.

IV
Nada mais no momento
seria mais prazeroso
que me jogar no pequeno abismo
da fenda do meu peito.


19 de julho de 2014


Não olhe para trás
Não olhe para mim
Agora estou no passado
Passe bem sem mim

14 de julho de 2014

Meus escritos,
Ultimamente contidos,
Estão debilmente diminuídos
Pois salário de poeta é amar
E hoje, confesso
Ganhei na loteria.